
Simbólicamente este signo representa a receptividade duplicada: dois semi-círculos que se opõem, um voltado para o passado, outro que se direcciona para o futuro, a falta de uma auto-evidenciação no presente é o protótipo dos nativos deste signo, projectado numa entrega absoluta a um transcendente localizado numa abrangência colectiva desidentificada, corroborando a anulação de si próprios.
O seu sentido de realização esboça-se na concretização das necessidades dos outros, carenciados que aspiram ao que este signo tem para dar, por essa dádiva o signo de peixes assume por inteiro a sua auto-realização.